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Assembleia aprova aumento salarial de 6,5% ao governador da BA

Com reajuste dado também ao vice e aos secretários, Jaques Wagner (PT) passa a ganhar R$ 18,2 mil

Tiago Décimo, O Estado de S. Paulo

14 de março de 2012 | 17h22

SALVADOR - A Assembleia Legislativa da Bahia aprovou, por unanimidade, na noite da última terça-feira, o reajuste dos salários do governador Jaques Wagner (PT), do vice Otto Alencar (PSD) e dos secretários de Estado. Eles passam a receber 6,5% a mais, retroativos a janeiro, mesmo índice aplicado ao resto do funcionalismo público do Estado. Com os aumentos, o salário do governador chega a R$ 18.299 e o do vice e dos secretários, a R$ 14.120. 

Aumentos. Outro caso de reajuste salarial a governador ocorreu no fim do ano passado, no Rio de Janeiro. A Assembleia Legislativa outorgou o aumento a Sérgio Cabral, a seu vice, Luiz Fernando Pezão e aos secretários de Estado para a gestão de 2012, decisão amparada pelo projeto de lei 1.123/11 da Comissão de Orçamento, Fiscalização e Controle. Cabral, que recebia R$ 17.200, passou a receber R$ 18.300; quanto ao vice e secretários, salários saltaram de R$ 12.900 para R$ 16.400.

O aumento salarial também é assunto nas câmaras de vereadores, especialmente em Belo Horizonte. Em fevereiro, o Executivo estadual, no entanto, atendendo à pressão popular, manteve veto do pedido de aumento de 61,8% aos salários dos parlamentares em pleno ano eleitoral.

O pedido de aumento salarial aos vereadores paulistas, feito em novembro do ano passado, também foi barrado, desta vez pela justiça. O Tribunal de Justiça de São Paulo suspendeu o reajuste que previa o aumento de 61,84% aos parlamentares, mais o benefício do 13º. Com reajuste, salários dos vereadores de São Paulo saltariam de R$ 9,2 mil para R$ 15.031,76.

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