Arruda pode dizer que ACM não pediu lista, mas só insinuou

O senador José Roberto Arruda deverá dizer ao Conselho de Ética que o senador Antônio Carlos Magalhães não pediu que ele obtivesse a lista, mas insinuou que a revelação dos votos poderia ser obtida no Prodasen. Segundo fonte do Senado, Arruda vai lembrar que a oposição abriu os votos secretos à imprensa, na sessão que elegeu o presidente do Senado, Jáder Barbalho, em 14 de fevereiro, como prova de que não estaria traindo o candidato do bloco oposicionista, Jefferson Peres. E vai lembrar que os votos na sessão que cassou o mandato de Luiz Estevão só foram abertos depois da votação. O senador, segundo a mesma fonte, vai insistir no seu depoimento que apenas consultou a ex-diretora do Prodasen, Regina Borges, sobre a possibilidade de violação do sistema de votação e que ela lhe trouxe a lista pronta.

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