Arruda pede que não haja "pré-julgamentos"

O líder do governo no Senado, José Roberto Arruda (PSDB-DF), encerrou seupronunciamento da tribuna do plenário sem anunciar se continuará ou não exercendo a liderança.Arruda concluiu o discursocom um apelo para que o Senado retome a agenda de trabalhos, "sem fazer pré-julgamentos".O líder agradeceu acompreensão dos senadores, muitos dos quais apartearam seu discurso com declarações de solidariedade.O líder do PMDB,senador Renan Calheiros (AL), do PFL, Hugo Napoleão (PI), e do PSDB, Sérgio Machado (CE), afirmaram que é precisoapurar a denúncia de violação do sigilo de votação do painel eletrônico do Senado, mas que é necessário também que todos osacusados tenham direito de defesa.O senador paranaense Osmar Dias (PSDB) criticou a comissão de sindicância interna doSenado, que investigou a denúncia, reclamando do fato de não ter sido ouvido o depoimento de um funcionário do senador Arrudachamado "Domingos", que teria recebido da ex-diretora do Prodasen Regina Célia Borges uma lista que esta teria produzidocom os votos dados por cada um dos senadores na sessão secreta em que foi cassado, no dia 28 de junho de 2000, o mandatode senador do empresário Luiz Estevão.

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