Arruda: ajuda a políticos do DEM ocorreu 'dentro da lei'

O ex-governador do Distrito Federal José Roberto Arruda divulgou uma nota hoje em que afirma, por meio dos advogados, não ter feito acusações contra a cúpula do DEM na entrevista publicada ontem no site da revista Veja. Na entrevista, ele diz que ajudou financeiramente a cúpula do DEM, partido ao qual era filiado até dezembro de 2009, quando estourou o escândalo de corrupção no DF.

EQUIPE AE, Agência Estado

18 de março de 2011 | 15h44

Na nota, os advogados de Arruda afirmam que ele "jamais admitiu qualquer ato de corrupção e que todas as ajudas destinadas a outros políticos ocorreram, sempre, através do partido e rigorosamente dentro da lei".

Segundo o site da revista Veja, Arruda mencionou na entrevista, feita em setembro de 2010, ajuda ao presidente do DEM, José Agripino Maia (RN), ao ex-presidente da legenda Rodrigo Maia (RJ), e outras lideranças do partido, entre eles o líder do DEM na Câmara, Antonio Carlos Magalhães Neto (BA), o senador Demostenes Torres (GO), o ex-senador Marco Maciel (PE) e o deputado Ronaldo Caiado (GO). Políticos do PSDB e o senador Cristovam Buarque (PDT-DF) também foram citados pelo ex-governador.

No comunicado, os advogados de Arruda dizem ainda que a entrevista foi divulgada "incompleta, deturpada e totalmente fora de contexto" e que "medidas judiciais cabíveis serão tomadas, na forma da lei".

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