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Áreas ocupadas pelo MST serão ?desinvadidas?, afirma Alckmin

O governador Geraldo Alckmin disse em Campinas que as áreas ocupadas pelo MST no interior do Estado de São Paulo serão ´desinvadidas´. "A reintegração de posse deve ser cumprida, obedecida na forma da lei e as terras invadidas serão ´desinvadidas´", afirmou.Conforme ele, o governo estadual pretende assentar 1.400 famílias até o final da gestão e terá R$ 35 milhões. Deste montante R$ 29 milhões virão do governo federal e o restante do governo paulista. Ele não especificou quais áreas e nem quando começam as desapropriações.Alckimn falou que o governo federal recuou muito cedo com o texto original da reforma da Previdência, apresentada ontem pelo relator, deputado José Pimentel (PT-CE). Porém, Alckmin, ponderou que foi um avanço a estrutura mantida na proposta original do governo federal."Vamos ajudar para que seja aprovada", afirmou, acrescentando que é prematuro estabelecer um consenso amplo, já que o relatório irá passar por sessões da câmara e senado onde serão mais amplamente discutidas.Parceria pelo parqueO governador esteve no final da manhã de hoje em Campinas visitando as obras de extensão de 1.350 metros da Rodovia D. Pedro I, administrada pela Dersa. À tarde, assinou o convênio de gestão conjunta entre a administração estadual e a prefeitura da cidade para a manutenção, recuperação e preservação do Parque Ecológico Monsenhor Emílio José Salim. O local tem 1,1 milhão de metros quadrados em área verde e projeto original paisagístico de Burle Marx inaugurado em 1991.Na segunda metade da década, o governo estadual repassou os cuidados da área à administração da prefeitura de Campinas e o parque entrou em decadência e abandono. Até 1995 recebia perto de 10 visitantes nos finais de semana. O convênio de gestão tem os apoios das empresas Shell, Petrobrás e CPFL.O secretário de meio ambiente José Goldemberg disse que no prazo de 60 dias serão finalizados os relatórios com as diretrizes a serem tomadas para que o parque volte a ser convidativo e os custos para a sua recuperação total. A solenidade ocorreu na Fazenda Mato Dentro, erguida no início do século 19, sede do parque.TV Cultura Durante a solenidade da assinatura do convênio de gestão conjunta, três estudantes fizeram uma manifestação silenciosa exibindo cartazes pedindo mais recursos para a TV Cultura. Com as frases "TV Cultura o que sobrou da moral" e "CPI pra TV Cultura", o estudante Tiago Lira, 20 anos, falou que o governo estadual esqueceu-se da emissora. "Não queremos que a TV Cultura perca a sua qualidade com o corte de verbas. O governador e a assembléia legislativa precisam fazer alguma coisa". Questionado pelo Estado, Alckmin disse que a administração está mantendo os recursos para a emissora e que novos investimentos vão depender do aumento da arrecadação. "Nós perdemos R$ 114 milhões em receita e combinei com o Jorge da Cunha Lima que somente no último trimestre do ano poderemos ter uma resposta para novos incrementos na emissora."

Agencia Estado,

19 de julho de 2003 | 16h08

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