Aprovação do governo Dilma fica estável, indica CNT

Com 39%, resultado da atual pesquisa praticamente repete índice de setembro, de 38,1%; popularidade da presidente também se manteve

Atualizado às 11h45, Ricardo Brito e Ricardo Della Coletta - Agência Estado

07 de novembro de 2013 | 11h25

A avaliação positiva do governo da presidente Dilma Rousseff ficou estável na comparação com setembro, de acordo com pesquisa da Confederação Nacional do Transporte (CNT), em parceria com o MDA Pesquisa, divulgada nesta quinta-feira, 7. O resultado oscilou de 38,1% para 39%. A avaliação pessoal da presidente também mudou pouco e passou de 58% para 58,8%.

Entre setembro e novembro, aqueles entrevistados que desaprovam o desempenho pessoal de Dilma, caíram de 40,5% para 38,9%. A avaliação negativa do governo ficou em 22,7%, ante 21,9%. Foram entrevistadas 2.005 pessoas, em 135 municípios das cinco regiões do País, entre os dias 31 de outubro e 4 de novembro. A margem de erro da pesquisa é de 2,2 pontos percentuais.

No domingo, reportagem do Estado mostrou que a presidente não conseguiu recuperar a popularidade perdida em razão dos protestos de junho. Pesquisa Ibope feita na primeira quinzena de junho, antes que os protestos contra aumentos nas tarifas de ônibus ganhassem caráter nacional, mostrou que 55% dos brasileiros consideravam o governo bom ou ótimo. Um mês depois, a taxa caiu para 31%. Em agosto, houve melhora, mas desde então os resultados pouco mudaram.

Economia. A pesquisa apontou que 53,7% dos entrevistados se consideraram "muito preocupados" com a inflação. Aqueles que estão "pouco preocupados" são 29,1% e os não preocupados somam 15,5%. Em outra pergunta, o instituto verificou a preocupação dos brasileiros com o crescimento econômico.

Ao todo, 44,1% dos ouvidos se disseram "muito preocupados" com o crescimento da economia, 35,8% "pouco preocupados" e outros 16,9% não estão preocupados.

Foram entrevistadas 2.005 pessoas, em 135 municípios das cinco regiões do País, entre os dias 31 de outubro e 4 de novembro. A margem de erro da pesquisa é de 2,2 pontos percentuais.

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