Aprovação de medidas do governo Lula melhora, diz Ibope

50% aprovam medidas para conter inflação e 55% aprovam programas sociais

Agencia Estado

06 de julho de 2007 | 16h37

A pesquisa Ibope divulgou nesta sexta-feira, 6, que houve aumento de 45% para 50% no grupo de entrevistados que aprovam o governo no combate à inflação. Os que desaprovam caíram de 46%, em junho, para 42%, ante a pesquisa de abril. A aprovação do governo em relação à taxa de juros deu um salto maior, passando de 31% para 37%, enquanto a desaprovação recuou de 57% para 51%. No combate ao desemprego, a aprovação subiu de 40% para 45% e a desaprovação recuou de 55% para 51%. Em relação aos impostos, houve relativa estabilidade, com a aprovação passando de 26% para 27% e a desaprovação mantendo-se em 65%. Em relação à gestão do meio ambiente, a aprovação do governo subiu de 42% para 50% e a desaprovação de 50% para 42%. Em relação aos programas sociais nas áreas de saúde e educação, a aprovação passou de 52% em abril para 55% em junho e a desaprovação de 44% para 41%. O combate à fome e à pobreza foi aprovado por 58% dos entrevistados em junho, ante 53% em abril. A desaprovação recuou de 42% para 39%. Na questão da segurança pública, a aprovação subiu de 32% para 35% e a desaprovação recuou de 63% para 61%. "No campo social, a pior avaliação do governo continua sendo na segurança, apesar do crescimento da aprovação", diz o documento divulgado pela CNI. O Ibope entrevistou 2.002 pessoas em 140 municípios do País, entre 28 de junho e 1° de julho. A margem de erro é de 2 pontos.2007A pesquisa Ibope mostrou que ficou praticamente estável o porcentual de pessoas que espera que o ano de 2007 seja "bom ou muito bom". Em abril, no levantamento anterior, esse índice era de 81% e agora está em 80%. Para 9% dos entrevistados, este ano será "ruim", ante 7% na pesquisa anterior. Para 5%, o ano será "muito ruim", ante 4% em abril. Na avaliação do ano de 2007 até o momento, 76% consideram que o ano está sendo "bom ou muito bom", índice estável em relação a abril. Para 17%, o ano está sendo "ruim", ante 16% na anterior, e para 7% o ano está sendo "muito ruim", mesmo índice apurado em abril. Em termos de expectativas para indicadores econômicos, 40% consideram que a inflação vai aumentar nos próximos seis meses, ante 41% em abril. Disseram que a inflação vai diminuir 16%, ante 17% em abril. Avaliam que a inflação não vai mudar 38% dos entrevistados ante 35% na pesquisa anterior. Em relação ao desemprego, subiu de 46% para 48% o índice dos que consideram que o desemprego vai aumentar. Avaliam que o desemprego vai diminuir 25% dos entrevistados ante 26% no anterior. Manteve-se em 24% o índice dos que disseram que o desemprego não vai mudar. Em relação à renda, subiu de 37% para 38% os que consideram que a renda pessoal vai melhorar; caiu de 16% para 12% os que esperam diminuição e subiu de 42% para 46% os que acreditam que a renda pessoal não mudará nos próximos seis meses. Ao considerar a renda geral, 28% dos entrevistados disseram que ela vai aumentar, ante 30% em abril. Os que consideram que a renda geral vai diminuir passaram de 24% para 21% e os que acreditam que não vai mudar passaram de 40% para 45%.

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