Apreço de Obama por reforma da ONU é reconhecimento ao Brasil, diz Dilma

Presidente destaca papel da economia brasileira no cenário mundial e afirma não ser 'concebível' deixar o País de fora do Conselho de Segurança das Nações Unidas

Liege Albuquerque, de O Estado de S. Paulo

22 de março de 2011 | 16h26

Manaus - A presidente Dilma Rousseff (PT) considerou como reconhecimento ao papel do Brasil o "apreço" sinalizado pelo presidente norte-americano Barack Obama a uma reforma na estrutura do Conselho de Segurança da Organização das Nações Unidas (ONU) com um assento permanente do Brasil.

Para Dilma, não é "concebível" o Brasil continuar sem um assento permanente no Conselho da ONU. "Hoje somos a sétima economia do Mundo, amanhã seremos a quarta, quinta. Não é concebível uma ONU reformada sem o Brasil", afirmou nesta terça-feira, 22. Dilma fez a afirmativa em coletiva após o lançamento do programa de Prevenção e Tratamento de Câncer de Colo de Útero e de Mama, em Manaus.

De acordo com a presidente, sobre o cessar-fogo na Líbia, o País tem o mesmo posicionamento que sempre teve em relação à crise naquele país. "Somos a favor de uma solução pacífica e diante do que está acontecendo, continuamos com nossa posição de cessar-fogo desde que votamos na ONU (na verdade, o Brasil se absteve na votação). Essa não é uma posição só nossa, é também da Alemanha, China e Rússia".

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