Heuler Andrey/AFP
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Após um ano na prisão, manifestantes vão às ruas pedir soltura de Lula

Ex-presidente foi condenado a 12 anos e um mês de reclusão no caso do triplex de Guarujá

Cristian Fávaro, O Estado de S.Paulo

07 de abril de 2019 | 19h24

Após um ano da prisão do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, condenado pelos crimes de corrupção passiva e lavagem de dinheiro, manifestantes foram às ruas em diversas cidades do País para pedir a liberdade do petista. Nas redes sociais, o partido convocou atos em todas as capitais entre 7 e 10 de abril, na chamada "Jornada Lula Livre".

Na Avenida Paulista, em São Paulo, houve também atos favoráveis à prisão de Lula, concentrados em frente ao Museu de Arte de São Paulo (Masp). O Rio também teve atos favoráveis à condenação de Lula a 12 anos e um mês de reclusão no caso do triplex de Guarujá. 

Nomes fortes na sigla, como o ex-prefeito de São Paulo Fernando Haddad e a deputada federal Gleisi Hoffmann (PR), se juntaram aos manifestantes em Curitiba, nas proximidades da Polícia Federal, onde Lula está preso há um ano. Em São Paulo, manifestantes também se reuniram na Avenida Paulista.

No Facebook, o PT divulgou imagens de atos favoráveis a Lula também na África do Sul, França, Argentina, Austrália, Alemanha, República Dominicana, Espanha, Portugal, Áustria e Inglaterra.

Reportagem do Estado mostrou neste domingo que, mesmo preso, Lula continua mandando no PT. Por meio de bilhetes, cartas ou nomeando porta-vozes, o ex-presidente dá as orientações para o partido, que obedece. O ex-presidente deu ordem para bancada pressionar o ministro Paulo Guedes na Câmara e para adiar eleição interna no partido

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