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Ueslei Marcelino/Reuters
Ueslei Marcelino/Reuters

Após saída de Levy, 'Financial Times' fala em medo de volta da intervenção estatal na economia

Jornal inglês também citou a análise de que a ala ideológica do governo estaria ganhando espaço em decisões importantes

Redação, O Estado de S.Paulo

16 de junho de 2019 | 13h53

Em matéria publicada poucas horas após o pedido de demissão de Joaquim Levy da presidência do BNDES, o jornal inglês Financial Times indicou que a mudança no banco de fomento "aumenta o temor do retorno de um estado inverventor na economia". 

A reportagem destacou que Levy foi o quarto funcionário de alto escalão a deixar o governo. Apontou, também, que o presidente do BNDES nunca contou com a confiança de Jair Bolsonaro, o que estaria ligado ao fato de que Levy fez parte do governo da petista Dilma Rousseff. 

Em outro ponto da matéria, foi citada a análise de que a ala ideológica do governo estaria ganhando espaço em decisões importantes, movimento que foi relacionado à saída de Santos Cruz da Secretaria de Governo na semana passada.

"A administração Bolsonaro engloba três grupos distintos: tecnocratas da economia, como Paulo Guedes e Levy, ideólogos radicais, incluindo o presidente e seus filhos, e ex-generais pragmáticos", explicou a reportagem do Financial Times.  

O jornal ainda citou o recente vazamento de supostas mensagens do ministro da Justiça Sérgio Moro - "mais um escândalo" - e o trâmite, no Congresso, da reforma da Previdência - "vital para a restauração da confiança no Brasil". 

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