DIDA SAMPAIO/AE
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Após prisão de ex-presidente do PSDB-MG, partido defende investigações

Em nota, diretório estadual diz que, 'havendo indícios de irregularidades', elas devem ser investigadas

Isabela Bonfim, O Estado de S.Paulo

30 de maio de 2016 | 19h30

BRASÍLIA - O PSDB-MG publicou uma nota nesta segunda-feira, 30, defendo investigações após a operação Aequalis, em Belo Horizonte, em que o ex-presidente do partido no Estado e ex-secretário do governador e agora senador Antonio Anastasia (PSDB) foi preso.

"O partido defende que, havendo indícios de irregularidades, elas sejam investigadas pelos órgãos competentes e, em havendo comprovação de crime, eles sejam punidos", diz a nota. De acordo com o texto, o PSDB-MG desconhece detalhes da operação deflagrada nessa segunda-feira pelo Ministério Público de Minas Gerais.

Seis mandados de prisão foram cumpridos durante a operação Aequalis, em Belo Horizonte. Um dos detidos é o ex-deputado federal Nárcio Rodrigues da Silveira (PSDB), que foi secretário de Estado de Ciência, Tecnologia e Ensino Superior de Minas Gerais durante o governo de Antonio Anastasia (PSDB), entre dezembro de 2010 e novembro de 2014. Nárcio Rodrigues também foi presidente do partido em Minas.

De acordo com o Ministério Público, Nárcio foi detido em razão da investigação que apura obras realizadas em Frutal, no Triângulo Mineiro, em que a Controladoria-geral do Estado apontou irregularidades.

De acordo com a nota divulgada pelo PSDB-MG, a obra conhecida como Instituto Hidroex foi um projeto aprovado em 2007 pela Unesco, tendo as obras iniciadas em 2011. De acordo com o texto, as obras foram paralisadas em 2014 e retomadas em 2016.

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