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Após encontro com evangélicas, Silas Malafaia defende Dilma no Twitter

Pastor ressaltou que não apoia a presidente, mas disse que não vê problema em um grupo de mulheres orar por ela

Isadora Peron - O Estado de S. Paulo,

16 de julho de 2013 | 18h18

Um dia depois de a presidente Dilma Rousseff receber um grupo de mulheres evangélicas e orar junto com elas pelo País, o pastor Silas Malafaia, contumaz crítico da petista, defendeu a presidente em sua conta no Twitter.

"Se qualquer pessoa pedir oração ao povo de Deus, é nosso dever interceder, seja presidente, governador, gente do povo ou mendigo", disse o pastor nesta terça-feira, 16.

Malafaia ressaltou que não apoia a presidente, mas disse que não vê problema em um grupo de mulheres orar por ela. "Oração virou pecado?", questionou no Twitter.

Na segunda-feira, Dilma recebeu 18 líderes evangélicas no Planalto. O encontro foi articulado depois de Malafaia e o deputado Marco Feliciano (PSC-SP) criticarem a presidente, também pelas redes sociais, por receber representantes do movimento LGBT (lésbicas, gays, bissexuais, transexuais e travestis) há algumas semanas.

Feliciano, no entanto, não aprovou a reunião. Também pelo Twitter, o presidente da Comissão de Direitos Humanos da Câmara disse que Dilma deveria ter chamado para o encontro outros líderes evangélicos, como os bispos Edir Macedo e Valdemiro Santiago.

Ele também criticou o ministro da Pesca, Marcelo Crivella, por "arquitetar" o encontro para melhorar a imagem de Dilma com o segmento.

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