Após 'ato falho', Cabral volta a defender Dilma

Governador, que havia chamadado ministra de 'presidente', diz que País precisa dar atenção a temas importantes

ADRIANA CHIARINI, Agencia Estado

04 de abril de 2008 | 12h20

O governador do Rio, Sérgio Cabral (PMDB), voltou a defender nesta sexta-feira, 4,  a ministra da Casa Civil, Dilma Rousseff , depois de a ter chamado de "presidente" em ato falho na segunda-feira, na inauguração das obras para a construção do Complexo Petroquímico de Rio de Janeiro (Comperj). "A ministra Dilma tem sido fundamental para o desenvolvimento do País. Merece todas as homenagens", disse hoje ao deixar a reunião do Conselho Nacional de Política Fazendária (Confaz).   Veja Também:   Dilma volta à berlinda no caso dossiê FHC e cancela agenda 'Mentira tem perna curta' e Dilma será convocada, diz Virgílio Álvaro Dias diz que tudo foi 'armado' Dossiê com dados do ex-presidente FHC  Entenda a crise dos cartões corporativos  Forúm: Quem ganha e quem perde com a CPI? Oposição vai questionar Dilma sobre dossiê contra FHC em comissão Garibaldi lerá pedido que cria CPI no Senado   Referindo-se à polêmica sobre o "banco de dados" ou "dossiê" que a Casa Civil fez sobre gastos do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso e sua esposa, Ruth, Cabral disse lamentar "essa concentração de atenção em algo que não são os grandes temas que o Brasil precisa resolver, como a reforma tributária". Cabral ressalvou depois sobre a questão do dossiê que "não digo que não seja importante, mas a paralisia do Congresso Nacional é algo que nos preocupa". De acordo com ele, "a ministra está muito tranqüila".

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