Aparecido diz que vai processar ex-diretor da Siemens

Segundo o secretário da Casa Civil do governo Alckmin, não existe a possibilidade de existir provas que o incriminem

Carla Araújo , Agência Estado

21 de novembro de 2013 | 19h45

O secretário Estadual da Casa Civil, Edson Aparecido, rebateu as acusações feitas pelo ex-diretor da Siemens, Everton Rheinheimer e informou que pretende abrir um processo contra ele, o presidente do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) e o atual secretário de Serviços da prefeitura paulistana, Simão Pedro (PT). "Os três produziram um acordo espúrio em que o próprio denunciante admite fazer acusações em troca de cargo, diz ter informações privilegiadas sobre o andamento das investigações e negocia um apoio de um partido, e não do Estado", afirmou, em nota.

Em relatório entregue no dia 17 de abril ao Cade, o ex-diretor da empresa alemã afirma que Aparecido foi apontado pelo lobista Arthur Gomes Teixeira como um dos recebedores de propina das multinacionais suspeitas de participar do cartel dos trens em São Paulo. O documento, cujo  conteúdo foi revelado por Estado nesta quina-feira, 21, faz menção também a outros tucanos.

Segundo Aparecido, não existe a possibilidade de existir provas que o incriminem. "Eu desafio esse cidadão a mostrar quaisquer provas contra mim. Ele não mostra porque não as tem. Elas não existem."

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