ANJ pede ação rápida contra crime em Minas

A Associação Nacional de Jornais (ANJ) manifestou, na terça-feira, 16, em nota, sua "profunda preocupação" e "repúdio" pelo assassinato, no domingo, 14, à noite, do repórter fotográfico Walgney Assis Carvalho, que trabalhava como freelancer do Jornal Vale do Aço, em Ipatinga (MG).

AE, Agência Estado

17 Abril 2013 | 08h38

Walgney levou três tiros enquanto jantava em Coronel Fabriciano, perto de Ipatinga. Como lembra a nota, assinada pelo vice-presidente e responsável pelo Comitê de Liberdade de Expressão da ANJ, Francisco Mesquita Neto, diretor-presidente do Grupo Estado, o fotógrafo "frequentemente trabalhava em dupla com o repórter Rodrigo Neto, assassinado no dia 7 de março".

Diante das evidências de que os dois crimes estejam relacionados, a ANJ "insiste junto às autoridades" para que "envidem todos os esforços necessários à elucidação dos casos, a fim de que os responsáveis pelos homicídios sejam devidamente julgados". Walgney, de 43 anos, foi sepultado na segunda-feira, 15. A polícia diz já ter os nomes dos dois prováveis responsáveis pelo crime. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

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