Americano ganha US$ 239 milhões na loteria

Um caminhoneiro aposentado reivindicou, hoje o prêmio de US$ 239 milhões (R$ 690 milhões) da loteria Mega Millions, dizendo que o segundo maior prêmio pago a um único bilhete da história ?não é tão grande coisa para mim?.J.R. Triplett contou que comprou cinco bilhetes na loja Red Apple Country, em Stephens City, a poucos quilômetros de sua casa e a 130 quilômetros de Washington, e disse à mulher, Peggy, no dia seguinte ao sorteio, 20 de fevereiro: ?Querida, eu tenho esses número.??Então?, continuou, ?ela caiu de joelhos e agradeceu ao Senhor.?A despeito da emoção da mulher, Triplett declarou, em uma nota à imprensa: ?Não fiquei muito excitado. Não é tão grande coisa para mim.?Depois, em uma entrevista coletiva à imprensa, Triplett disse que não tinha grandes planos para o prêmio. Provavelmente, investirá em imóveis. Sua mulher, ao contrário, tem: pretende ?fazer compras até cair?.O caminhoneiro, que apareceu para a entrevista com um palito no canto da boca, acabou admitindo que ele e Peggy, de 35 anos, se divertirão muito com o dinheiro.?Querida e eu devemos nos perder por um par de dias?, disse.A demora em reclamar o prêmio levantou especulações de que o bilhete estaria perdido ou fora jogado fora. A data limite para reclamar o prêmio expiraria em 18 de agosto.Um funcionário da Loteria da Virgínia diz que a reivindicação feita num Primeiro de Abril teve de ser verificada.?O bilhete é bom. É tudo quente?, assegurou Ed ScarboroughO prêmio de US$ 239 milhões é o segundo maior pago em todo mundo por um único bilhete ganhador de loteria. Jack Whittaker, da Virgínia do Oeste, ganhou US$ 314,9 milhões (R$ 910 milhões) da loteria Powerball, no Natal de 2002.Os números sorteados foram 1-13-20-21-30 com o número especial, chamado Mega Ball, 24. As chances de ganhar eram uma em mais de 135 milhões. O vencedor poderá retirar o prêmio em 26 pagamentos anuais de US$ 9,19 milhões (R$ 26,5 milhões) depois de deduzidos os impostos ou uma única quantia de US$ 141,5 milhões (R$ 408,9 milhões) depois dos impostos.

O Estadão deixou de dar suporte ao Internet Explorer 9 ou anterior. Clique aqui e saiba mais.