Amanajás decide não falar sobre a operação mãos limpas da Polícia Federal no Amapá

Através de sua assessoria, Amanajás diz que "foi pego de surpresa pela noticia e que lamenta fatos negativos como este no Amapá"

Alcinéa Cavalcante, especial para O Estado de S. Paulo,

11 de setembro de 2010 | 13h49

Conduzido coercitivamente para prestar depoimento ontem à Polícia Federal, na Operação Mãos Limpas, o presidente da Assembléia Legislativa, Jorge Amanajás (PSDB), candidato ao governo, decidiu não conceder entrevistas sobre o assunto, alegando agenda lotada.

 

Através de sua assessoria, Amanajás diz que "foi pego de surpresa pela noticia dada pela imprensa e que lamenta fatos negativos como este no Amapá". Diz também que no momento da ação, encontrava-se em campanha no município de Oiapoque - extremo norte do Amapá - e que resolveu ir "espontaneamente" à Polícia Federal na qualidade de presidente da Assembléia colaborar com as investigações.

 

A Polícia Federal cumpriu ontem mandado de busca e apreensão na Assembléia Legislativa do Amapá e enquanto cumpria o mandado o prédio ficou lacrado. Os funcionários foram mandados de volta para suas casas. Devem retornar ao trabalho só na próxima terça-feira, pois segunda-feira é feriado no Amapá.

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