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Alianças do PT ficam a cargo do diretório nacional, diz Haddad

Pré-candidato afirmou não saber rumo das negociações com o PSB nacional

Ricardo Chapola e Débora Álvares

31 de maio de 2012 | 18h53

Em sabatina realizada pela Rede Record, o pré-candidato do PT à Prefeitura de São Paulo, Fernando Haddad disse nesta quinta-feira, 31, que o diretório nacional negociará as costuras de aliança com o PSB em Recife. "Isto está a cargo do diretório nacional. Eu não estou acompanhando a discussão com o PSB nacional", afirmou o ex-ministro. A definição da candidatura na capital pernambucana é uma pendência para que o PT garanta o apoio dos socialistas em SP na primeira campanha que ex-ministro participa.

Um acordo entre os partidos propunha a pré-candidatura do senador Humberto Costa (PT) como nome de consenso. Os petistas já teriam conseguido convencer o secretário do governo do Estado, Maurício Rands, a desistir das prévias e, agora, precisavam fazer o mesmo com o atual prefeito de Recife, João da Costa,

O prefeito, no entanto, comunicou que não abrirá mão da candidatura. Com esse anúncio, a Executiva Nacional do PT se reunirá na próxima terça-feira, 5, para escolher quem será o candidato do partido.

Propostas. Durante a sabatina, o petista foi questionado sobre diversos problema que a cidade enfrenta, entre elas, o trânsito. Segundo Haddad, a maior causa de engarrafamentos é o transporte individual, sendo necessário, portanto, investir em transporte público, com apostas para parcerias com o governo federal.

Ao afirmar a necessidade de descentralizar o poder na capital paulista, com autonomia das subprefeituras, Haddad afirmou o desejo de fazer com que cada uma seja um polo industrial. Para isso, o pré-candidato do PT se disse disposto a abrir mão do IPTU e do ISS. "A prefetura tem que abrir mão da receita para atrair redes á periferia".

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