André Dusek/Estadão
André Dusek/Estadão

Aliado de Aécio, Romero Jucá é 'sondado' para assumir presidência do PMDB

Conversas dentro do partido se intensificaram depois que Temer acumulou a função de articulador político do governo

Erich Decat, O Estado de S. Paulo

08 Abril 2015 | 19h16

BRASÍLIA - O vice-presidente da República e novo articulador político do governo, Michel Temer, pode deixar de acumular as duas funções com a presidência nacional do PMDB. 


Desde essa terça-feira, quando Temer foi alçado ao novo posto de articulador pela presidente Dilma Rousseff, tiveram início conversas reservadas no PMDB para definir um nome para assumir o comando nacional da legenda. Um dos nomes "sondados" para a função foi o do senador Romero Jucá (PMDB-RR). O parlamentar é o terceiro vice-presidente do PMDB. Na linha sucessória da legenda estão na frente o primeiro vice, senador Valdir Raupp (RO), e a segunda vice, deputada Iris Araújo (GO). 


Nas últimas eleições, Jucá declarou apoio ao senador tucano Aécio Neves (MG). Com trânsito entre setores da base aliada e de oposição, o peemedebista foi líder do governo tanto na gestão do ex-presidente Fernando Hernique Cardoso (PSDB) como na do ex-presidente Lula (PT). Ele só deixou o posto no segundo ano do primeiro mandato de Dilma, quando foi substituído pelo senador Eduardo Braga (PMDB-AM), atual ministro de Minas e Energia, em 13 de março de 2012.


Reeleito para a presidência do PMDB em março de 2013, Temer se licenciou do posto até julho do ano passado e voltou à cadeira durante o período pré-eleitoral.

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