Leopoldo Silva/Agência Senado
Leopoldo Silva/Agência Senado

Alcolumbre suspeita que celular foi hackeado e pede investigação

Presidente do Senado decidiu entregar o aparelho para a Polícia Legislativa identificar se houve hackeamento.

Daniel Weterman, O Estado de S.Paulo

16 de julho de 2020 | 03h46

BRASÍLIA - Alvo de críticas nas redes sociais por ter patrocinado o projeto de lei das fake news, o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (DEM-AP), levantou suspeitas de que o teve o celular hackeado e pediu uma investigação da Polícia Legislativa da Casa.

O presidente do Senado foi cobrado por não ter atendido ligações nos últimos dias. Ele pediu desculpas e relatou uma "pane" em seu aparelho. "Eu acho, eu desconfio que foi em função da nossa votação aqui das fake news. Desde aquele dia, apareceram alguns problemas", declarou o presidente da Casa. 

O Senado aprovou o projeto de lei das fake news no último dia 30. A proposta é alvo de críticas de apoiadores do presidente Jair Bolsonaro e de empresas digitais por causa das regras para controle da disseminação de desinformação nas redes. As companhias alegam risco para a liberdade de expressão. 

Em sessão nesta quarta-feira, 15, Alcolumbre declarou que seu celular foi invadido por mensagens estranhas, como  "iPhone morto" na tela. Por causa do celular "avariado", como afirmou , o presidente decidiu entregar o aparelho para a Polícia Legislativa fazer uma investigação e identificar se houve hackeamento. 

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