Dida Sampaio/ Estadão
Dida Sampaio/ Estadão

Alcolumbre rebate críticas e diz que abriu mão de diárias para viagem a Roma

Tribunal de Contas da União vai investigar os gastos da comitiva oficial do governo para a cerimônia de canonização de Irmã Dulce

Maria Regina Silva, O Estado de S.Paulo

13 de outubro de 2019 | 14h26

O presidente do Senado, Davi Alcolumbre (DEM-AP), que acompanha a comitiva de parlamentares do Brasil que foi a Roma participar da cerimônia de canonização de Irmã Dulce neste domingo, 13, deu explicações sobre os gastos da viagem pelo Twitter.

"Vejo aqui vários comentários sobre as despesas da minha vinda à cerimônia de canonização, no Vaticano. Como já declarei anteriormente, abri mão das diárias do Senado Federal, como faço em todas as viagens oficiais, e me hospedei na Embaixada do Brasil em Roma", explicou.

No sábado, o subprocurador-geral do Tribunal de Contas da União (TCU), Lucas Rocha Furtado, pediu à Corte que investigue os gastos da comitiva oficial do governo no evento. Além de Alcolumbre, a comitiva é composta ainda pelo vice-presidente Hamilton Mourão (PRTB), o presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM-RJ), do Supremo Tribunal Federal (STF), Dias Toffoli, e o ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta.

Mais cedo, durante a cerimônia de canonização da freira - a primeira santa nascida no Brasil -, o presidente do Senado disse que é uma honra inexplicável fazer parte deste momento. "Salve Santa Dulce dos Pobres, abençoe o nosso País."

Alcolumbre ainda disse que o Papa Francisco tem atuado para aumentar o diálogo da fé entre as nações e entre as religiões, estimulando o fortalecimento de valores comuns para a justiça e a paz no mundo. "A Igreja Católica brasileira vive um grande momento com a canonização da Irmã Dulce. Parabéns a todos", disse

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