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Alckmin rebate críticas de Dilma e cobra investimentos federais em metrô

Governador de São Paulo afirmou que a União tenha participação direta no financiamento de metrôs no País e disse que a capital paulista tem boa rede metroviária

Ricardo Chapola , O Estado de S. Paulo

01 de agosto de 2013 | 13h30

SÃO PAULO - O governador Geraldo Alckmin (PSDB) cobrou nesta quinta-feira, 1º,  que a União tenha participação direta nos investimentos de metrôs no País. Ele disse que o governo poderia ter mais financiamento nas obras metroferroviárias após ser questionado se considerava positiva a medida da União de retirar investimentos em mobilidade urbana do cálculo de endividamento dos Estados e municípios.

"É importante a participação do governo federal. Nós poderíamos ter mais financiamento para fazer mais obras. Todos os grandes metrôs do mundo têm grande participação do governo federal", afirmou o tucano, um dia depois de a presidente Dilma Rousseff ter anunciado a liberação de R$ 3,1 bilhões para a construção de corredores de ônibus na capital ao lado do prefeito Fernando Haddad. Na ocasião, Dilma criticou o governo do Estado pelo baixo investimento em metrô.

O governador disse ser positivo o governo federal investir em corredores de ônibus, mas voltou a alfinetar a presidente ao enfatizar que o governo do Estado apresentou à União seis projetos de investimento no metrô e no trem, com verba federal, que totalizariam R$ 10,8 bilhões.

O tucano rebateu ainda as criticas feitas por Dilma à extensão da malha metroviária, durante a sua visita à cidade de São Paulo na quarta-feira, 31. “São Paulo tem uma boa rede.” O metrô de São Paulo possui 74 quilômetros de extensão. "Como é possível uma cidade do tamanho de São Paulo sem transporte metroviário?", questionou Dilma na quarta-feira. 

Segundo afirmou o governador, a capital conta com 334 km de trilhos - entre metrô e CPTM.

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