Alckmin rebate a CUT e diz que negocia com funcionalismo

A assessoria do governo de São Paulo rebateu hoje, em nota, as críticas da CUT de que o governador Geraldo Alckmin (PSDB) "se finge de morto" ao não negociar com o funcionalismo do Estado. Segundo o documento, no dia 17 de março houve uma reunião entre integrantes do governo e a comissão de greve da Faculdade de Tecnologia de São Paulo (Fatec).A nota lembra também que o governo já explicou, em audiência na Assembléia, quando "os professores da rede técnica mantida pelo governo estadual estavam presentes", os motivos que impedem o governo de atender a reivindicação de 72,22% de reajuste. A nota diz que já foram concedidos bônus para 194.348 educadores. O assessoria informa ainda que nova rodada de negociação está marcada para o dia 12 deste mês. O governo de São Paulo diz ainda na nota que "houve aumento de até 45,37% para os servidores estaduais da Saúde, de janeiro de 2001 a março deste ano".A nota diz também que "em dezembro do ano passado, o governo do Estado ultrapassou o limite estabelecido pela Lei de Responsabilidade Fiscal com a despesa da folha de pagamento por causa queda na arrecadação do ICMS". Diante disso, afirma a assessoria, "governo entrou no chamado limite prudencial e não pode conceder reajustes salariais enquanto não retornar ao limite legal". A nota termina dizendo que o governo não aumentou impostos, pelo contrário "reduziu a carga tributária para setores produtivos", citando como exemplo a redução do ICMS do álcool hidratado carburante de 25% para 12%.

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