Alckmin reafirma apoio ao governo federal

O governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, disse hoje que sairá em defesa do governo federal, abalado pela crise energética e pela CPI da Corrupção. Apesar disso, frisou que não pretende assumir a postura de um "tucano respondão". "Isso não dá. Não é respondendo e nem atacando que vamos resolver os problemas. Acho que é explicando, mostrando as verdades e evitando que as coisas sejam distorcidas por conta do clima de campanha eleitoral. Lealdade não é qualidade. É obrigação." O governador participou hoje da entrega de 144 moradias populares no Conjunto Habitacional Vila Ferreira, em São Bernardo do Campo, região do ABC.Sobre a saída do secretário de Ciência, Tecnologia e Desenvolvimento Econômico, José Aníbal, que vai assumir a presidência nacional do PSDB, o governador negou que o favorito para o cargo seja o secretário do Banco Nacional para o Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), Andrea Calabi. "Ele não é o favorito e o nome será anunciado amanhã", disse.Alckmin também comentou a mobilização salarial das categorias policiais, que pedem reajuste de 41% nos salários. "Reconhecemos que o salário dos policiais civis e militares é baixo. Mas, havendo possibilidade, a gente procura de alguma maneira melhorar", afirmou. Os representantes da categoria têm hoje uma reunião com o secretário de Segurança Pública, Marco Vinicius Petreluzzi, para discutir as negociações salariais.Em relação ao racionamento de água, Alckmin considerou precipitado falar no assunto. "A possibilidade está afastada em relação ao Tietê e à região atendida pelo Guarapiranga. O risco que ainda existe é em relação à Cantareira, mas se der uma chuvinha nós vamos conseguir superar este período de estiagem", acredita.

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