Alckmin quer que PF investigue lista de Furnas

O governador de São Paulo, Geraldo Alckmin (PSDB), reafirmou que a lista de Furnas é fraudulenta e cobrou da Polícia Federal a identificação e punição dos supostos falsificadores. "Isso aí é coisa gravíssima e há a necessidade de identificar quem é que cometeu o crime. E rapidamente. Não é possível que não se consiga checar a autoria dessa atividade criminosa", disse o governador nesta Quinta-feira.O governador voltou a comparar a lista, com 156 nomes de políticos que teriam recebido caixa 2 para a campanha de 2002 - muitos do PSDB -, com o Dossiê Cayman, que envolvia o nome do governador paulista Mário Covas. "Já tivemos o tal do Dossiê Cayman. Levou anos e anos para poder comprovar a fraude e o crime", recordou. "Atividades criminosas estão sendo feitas, a Polícia (Federal) tem o dever de identificar os criminosos", insistiu.Alckmin comentou a denúncia de que o deputado Luiz Carlos Hauly (PSDB-PR) teria pedido R$ 500 mil ao ministro do Planejamento, Paulo Bernardo, em troca de apoio à reeleição do prefeito de Londrina, no Paraná, Nelson Micheletti (PT), defendendo que isso também seja apurado. "Investigação sempre é bom fazer. É sempre necessário que se faça, lá na CPI".

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