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Alckmin quer contribuição dos servidores inativos

O governador de São Paulo, Geraldo Alckmin (PSDB), avaliou que o problema do déficit do sistema previdenciário do funcionalismo público é "grave", e que a contribuição de inativos ajudaria a resolver o problema. "Como não há atualização, cada ano que passa, a situação se agrava, já que a contribuição dos ativos é menor do que a do pagamento de pensões". Está no Congresso a proposta de Emenda Constitucional nº 136/00, que institui a contribuição dos inativos.No ano passado, o déficit nas contas do sistema previdenciário dos servidores públicos terminou em déficit em 24 estados e no Distrito Federal, num valor total de R$ 20,1 bilhões. Em valores absolutos, no ano passado, o maior rombo foi em São Paulo: R$ 6,8 bi.Para Alckmin, a reforma da previdência é necessária, já que todo o dinheiro das pensões do servidor público sai do Tesouro. Valor integral - Na avaliação do governador, poderia ser estabelecido que daqui por diante, o ativo, para garantir a aposentadoria integral, teria que contribuir com uma parcela maior ao fundo previdenciário. "É até mesmo uma questão de justiça social. Salários menores não mudariam e os maiores teriam uma contribuição mais alta. Covas tentou fazer isso, mas o Supremo Tribunal Federal barrou".Sobre o Projeto de Lei Lei 9/99, que cria os fundos de presidência complementar, que também tramita no Congresso, Alckmin disse que a idéia de uma previdência pública com apoio de uma previdência complementar é antiga, mas justa.O governador participou do primeiro encontro de vereadores do PSDB na Assembléia Legislativa de São Paulo. Participaram também do evento, o ministro da Saúde, José Serra, o ministro da Educação, Paulo Renato Souza e o presidente nacional do PSDB, José Aníbal.

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