Alckmin: queda de seis pontos em pesquisa é 'natural'

O candidato ao Governo de São Paulo pelo PSDB, Geraldo Alckmin, disse hoje em Campinas (SP)que a queda de seis pontos percentuais na diferença entre ele e o candidato do PT, Aloizio Mercadante, em uma semana, é uma oscilação natural. Alckmin disse estar confiante para a eleição de domingo, e considerou que sua campanha caminhou bem.

TATIANA FÁVARO, Agência Estado

30 de setembro de 2010 | 13h58

Pesquisa Datafolha divulgada hoje no jornal "Folha de S.Paulo" aponta que Alckmin passou de 51% para 49%, enquanto Mercadante cresceu de 23% para 27%. O candidato tucano ainda venceria no primeiro turno caso a eleição fosse hoje. Alckmin tem 54% dos votos válidos contra 29% de Mercadante. "É natural ter essas oscilações ao longo da campanha", disse. "Agora é humildade e trabalho, arregaçar as mangas até sábado, para domingo ter uma boa eleição", acrescentou, em entrevista à Rádio CBN.

Alckmin disse ter evitado o "bate-boca" durante a corrida eleitoral por achar que isso não contribui para o esclarecimento dos eleitores. Seu adversário petista o criticou durante debate promovido na última terça-feira pela Rede Globo, dizendo que Alckmin foge do confronto. "O PT quer controlar até a imprensa, e quer obrigar você a fazer pergunta", disse. "Acho que campanha não é para bate-boca, já fui vereador, prefeito, deputado, e acho que isso não contribui para esclarecer os eleitores", completou.

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