Alckmin pede transparência nas apurações de operação

Operação Porto Seguro foi deflagrada na última sexta-feira e investiga esquema de favorecimento de interesses privados em processos públicos

Gustavo Porto, da Agência Estado

28 de novembro de 2012 | 17h17

SÃO PAULO - O governador de São Paulo, Geraldo Alckmin (PSDB), cobrou nesta quarta-feira, 28, que seja feita uma investigação nas denúncias que deflagraram a Operação Porto Seguro da Polícia Federal (PF). E disse que é preciso haver transparência na condução das apurações.

"Não há melhor parceria para a sociedade do que a transparência", afirmou o governador sobre mais este escândalo que atingiu, dentre outros, a chefe de gabinete da Presidência da República em São Paulo, Rosemary Nóvoa de Noronha, demitida da função pela presidente Dilma Rousseff após ser acusada nessa operação de tráfico de influências e de agir junto aos diretores das agências nacionais de Águas (ANA) e Aviação Civil (Anac) para favorecer empresas em trocas de supostos benefícios pessoais.

A Operação Porto Seguro foi deflagrada na última sexta-feira, 23, e investiga um esquema de favorecimento de interesses privados em processos públicos. As investigações apontam que os acusados cometeram crimes de corrupção ativa e passiva, tráfico de influência, falsidade ideológica, falsificação de documento particular, violação de sigilo funcional e formação de quadrilha. A presidente Dilma Rousseff determinou a exoneração e o afastamento de todos os servidores envolvidos.

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