Alckmin pede trabalho sério sobre cartel dos trens

Após o engenheiro Arthur Gomes Teixeira, sócio da Procint Projetos e Consultoria, afirmar, em entrevista ao jornal "O Estado de S. Paulo", que jamais pagou propina a políticos tucanos ou de outros partidos, o governador Geraldo Alckmin (PSDB) pediu nesta quinta-feira, 28, "um trabalho sério, sem mentiras, sem falsificação" na investigação do suposto cartel formado por empresas fornecedoras de trens do Metrô e da Companhia Paulista de Trens Metropolitanos (CPTM). A acusação de pagamento de propina foi feita pelo ex-diretor da Siemens Everton Rheinheimer e consta de relatório em posse da Polícia Federal.

GUSTAVO PORTO, Agência Estado

28 de novembro de 2013 | 12h13

Alckmin afirmou não querer "transformar isso em briga política", numa referência ao envolvimento de políticos do PT e do ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, no pedido de apuração das denúncias à PF. "Sempre dissemos e quero reiterar: investigação, apuração, punição e, no caso das empresas, ressarcimento do Estado", disse o governador. "Nós precisamos de provas. É isso que queremos e o compromisso de São Paulo é investigação rigorosa, colaboração com os órgãos de segurança e, se comprovado o cartel, ressarcimento", disse.

O governador participou, há pouco, da cerimônia de formatura dos primeiros mil agentes para a escolta de presos no Estado.

Tudo o que sabemos sobre:
Caso SiemensAlckmin

Encontrou algum erro? Entre em contato

Comentários

Os comentários são exclusivos para assinantes do Estadão.

O Estadão deixou de dar suporte ao Internet Explorer 9 ou anterior. Clique aqui e saiba mais.