Alckmin nega fins eleitorais em adesivos no metrô de SP

O candidato do PSDB ao governo de São Paulo, Geraldo Alckmin, negou hoje relação entre as eleições e os adesivos com logotipo de um programa de governo tucano que foram considerados propaganda eleitoral irregular pela Procuradoria Regional Eleitoral do Estado. A Justiça Eleitoral multou em R$ 5 mil a Companhia do Metropolitano de São Paulo (Metrô) por manter os adesivos nos trens. "Pode ter certeza de que isso não teve a ver com eleição", afirmou Alckmin. "Não tenho detalhes disso, mas não tem nenhum objetivo de natureza eleitoral", afirmou.

TATIANA FÁVARO, Agência Estado

10 de agosto de 2010 | 16h10

Após ao menos 296 apertos de mão, 228 beijos e abraços, 56 poses para fotos, 14 autógrafos, três conversas ao pé do ouvido com correligionários, um telefonema atendido e um café em uma loja de conveniência, o candidato concluiu uma caminhada no Centro de Caieiras, cidade com cerca de 100 mil habitantes, na qual às 12h45 o tucano embarcou no trem da CPTM rumo a Franco da Rocha com a promessa de ampliar os números do transporte de alta velocidade (trens e metrôs) de 5,8 milhões de usuários por dia, para 10 milhões, em 4 anos.

A proposta faz parte do programa de governo, cujas temáticas serão abordadas no debate entre os candidatos ao governo do Estado na terça-feira. Alckmin disse estar preparado para o encontro com seus adversários. "A gente se prepara e estuda as propostas, os programas, mas não é só o preparo da véspera, do dia. É preparo de uma vida", disse.

Alertado de que, por estar à frente nas pesquisas de intenção de voto, pode ser "vidraça" do debate, Alckmin afirmou que mais que se defender vai mostrar que foi feito em seu governo.

Encontrou algum erro? Entre em contato

Comentários

Os comentários são exclusivos para assinantes do Estadão.

O Estadão deixou de dar suporte ao Internet Explorer 9 ou anterior. Clique aqui e saiba mais.