Alckmin fala em novo ajuste fiscal

O governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, disse que, apesar da verba disponível para investimentos - R$ 2 bilhões este ano e R$ 2,7 bilhões em 2002 -, o momento ainda é de austeridade. Segundo a apresentação de Alckmin, feita aos secretários, com quem está reunido desde às 8 horas da manhã, o governo pretende fazer um "ajuste fiscal 2". O termo refere-se ao controle de gastos públicos, realizado pelo governador Mário Covas durante a primeira gestão. O lema de Covas, "não se gastar mais do que se arrecada", será mantido por Alckmin que pretende levar o ajuste fiscal aos pequenos detalhes, como por exemplo a venda de imóveis pertencentes ao Estado. A reunião com os 24 secretários de Estado, incluindo a Procuradoria Geral, não tem previsão de término. Alckmin está ouvindo todos os secretários, por ordem alfabética de secretaria. No início da reunião, Alckmin reafirmou que não pretende fazer alterações no secretariado e que a equipe trabalha unida e tem um bom nível. Dos R$ 7 bilhões disponíveis para investimentos, R$ 4,7 bilhões são de recursos próprios e os restantes, R$ 2,3 bilhões, virão de investimentos a serem realizados pelos serviços privatizados. O governador Alckmin receberá a imprensa após a reunião.

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