Alckmin evita comentar apoio do PSDB à candidatura Quércia

O governador de São Paulo e candidato do PSDB à Presidência, Geraldo Alckmin, evitou comentar, no início da tarde de hoje, a possibilidade de apoiar uma eventual candidatura do ex-governador paulista Orestes Quércia ao Senado. Alckmin afirmou que a atual situação do PMDB impede que o assunto seja comentado e insistiu que este é um tema que deve ser conduzido pelo partido no momento adequado."Seria uma deselegância abordarmos isso num momento em que o PMDB tem candidato a governador, tem candidato à Presidência da República. Estas conversas partidárias devem ser conduzidas pelo partido", disse. Maia e SerraAlckmin rebateu as declaração do prefeito César Maia, sobre o fato de uma eventual candidatura de José Serra ao governo do Estado enfraquecer o governador paulista na corrida presidencial. "Ao contrário, se nós conseguirmos ter uma eleição casada como esta eleição - onde há eleição de presidente, governador, senador ou deputados - com candidaturas fortes em todos os Estados, isso ajuda bastante", disse.Sobre a afirmação de César Maia de que afirmou que cabe exclusivamente a Alckmin a definição da aliança PSDB-PFL, o governador disse ela será feita. "Se depender de mim, o trabalho é pela aliança", disse. Alckmin se encontrará nesta sexta-feira com Maia no Rio de Janeiro. O governador embarca hoje à noite e aproveita para assistir, em companhia da família do ex-presidente Juscelino Kubitschek, o penúltimo capítulo da minissérie "JK", da TV Globo.MetrôGeraldo Alckmin rebateu a idéia de que está em andamento uma "privatização" do metrô, ao comentar a decisão do Tribunal de Contas do Estado de São Paulo de suspender a licitação da linha 4 (amarela).A medida, anunciada ontem pelo tribunal, resultou de um pedido feito pelo Sindicato dos Metroviários de São Paulo e foi baseado na não-adeqüação de prazos para a apresentação de propostas."Não tem nenhuma privatização do metrô", disse o governador, logo após inaugurar um restaurante Bom Prato na zona leste da capital paulista. "O metrô de São Paulo continua sendo uma empresa pública, uma empresa estatal, cujo acionista majoritário é o governo do Estado".

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