Alckmin estuda secretaria para regiões metropolitanas

O governador eleito afirmou que 3 modelos serão analisados: criação de uma nova secretaria, a fusão de várias pastas ou a formação de um comitê intersecretaria

Daiene Cardoso, da Agência Estado

03 de novembro de 2010 | 16h47

SÃO PAULO - O governador eleito de São Paulo, Geraldo Alckmin (PSDB), afirmou nesta quarta-feira, 3, que estuda a possibilidade de criar uma secretaria para tratar de questões metropolitanas. Em entrevista coletiva realizada no Palácio dos Bandeirantes, ao lado do atual governador, Alberto Goldman (PSDB), Alckmin disse que três modelos estão sendo estudados: a criação de uma nova secretaria, a fusão de várias pastas ou a formação de um comitê intersecretarial que centralize questões relacionadas ao desenvolvimento e ao transporte público nas regiões metropolitanas de São Paulo, Campinas e Baixada Santista.    

 

 

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Segundo o governador eleito, o novo modelo de secretaria de gestão metropolitana será uma das prioridades de sua gestão, ao lado do Orçamento de 2011 - que deve chegar a R$ 140,7 bilhões -, e das obras de infraestrutura para a Copa do Mundo de 2014. "A gestão metropolitana é uma prioridade", afirmou.

Alckmin também anunciou a equipe de transição do governo paulista. Em almoço com Goldman, o eleito decidiu que o deputado estadual Sidney Beraldo (PSDB-SP), que coordenou a campanha do tucano, será o responsável por fazer a ponte entre a atual gestão e o futuro governo. Por parte do atual governo, responderão os secretários da Casa Civil, Luiz Antonio Marrey Filho, de Economia e Planejamento, Francisco Vidal Luna, e da Fazenda, Mauro Ricardo Costa.

Na segunda semana de novembro Alckmin deve começar a anunciar os primeiros nomes do secretariado. "Não há pressa em relação a isso", disse. O governador eleito não descarta a possibilidade de manter alguns secretários de Goldman. "Por que não?", questionou. "Não há ruptura (de modelo de governo)." Questionado sobre a possibilidade de assumir algum cargo no governo Alckmin, Goldman desconversou. "Eu nem pensei nisso", respondeu.

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