Alckmin e Mercadante colam suas imagens às de Serra e Lula

Tucano destacou projetos como a construção de trechos do Rodoanel; candidato do PT criticou o trânsito e a saúde na capital paulista

Julia Baptista, do estadão.com.br,

18 de agosto de 2010 | 10h45

SÃO PAULO - No segundo dia de propaganda eleitoral gratuita no rádio, os dois principais candidatos a governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, da coligação Unidos Por São Paulo, e o senador Aloizio Mercadante, do PT, colaram as suas imagens à de José Serra e à do presidente Lula respectivamente.

 

O tucano Geraldo Alckmin destacou projetos como a construção de trechos do Rodoanel e na área de saúde realizados pela gestão de Serra no Estado. "Serra levou em frente, e Geraldo vai continuar", diz o locutor no final do programa. O candidato do PSDB disse que "está fazendo uma campanha animada, empolgante, positiva".

 

Já o petista Aloizio Mercadante falou dos investimentos federais no Estado de São Paulo, e comparou o crescimento do país com o do Estado e disse que "São Paulo não está em sintonia com o processo de transformação do governo Lula". Mercadante criticou o trânsito e a saúde na capital paulista. O petista encerrou dizendo que "o que deu certo no Brasil vai dar certo em São Paulo".

 

O candidato da Coligação Preste Atenção São Paulo, Paulo Skaf, destacou a sua biografia e currículo e o trabalho à frente da Federação das Indústrias de São Paulo (Fiesp). Também explicou o porquê de ter entrado na política. " O presidente Lula me disse: Lula: Skaf não adianta reclamar dos políticos, tem que entrar para política e fazer diferente. Isso ficou na minha cabeça".

 

Celso Russomanno, da Coligação Defesa do Cidadão, usou pouco mais de um minuto do horário eleitoral para divulgar a música de sua campanha. Falou da morte da mulher e da falta de atendimento no sistema público de saúde.

 

Fábio Feldman, da Coligação União Para Mudar, contou com a participação de Marina Silva, candidata a presidente pelo partido. Feldman disse que "é preciso saber crescer. Crescimento desordenado não é solução para o estado".

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