Alckmin diz que não se preocupa com pesquisa eleitoral

Segundo Ibope, Marta tem 31% da preferência dos votos, seguida por Alckmin com 23% e o prefeito Kassab

ROSA COSTA, Agencia Estado

08 de abril de 2008 | 14h26

O ex-governador e provável candidato a prefeito de São Paulo, Geraldo Alckmin, afirmou nesta terça-feira, 8,  que não se preocupa com o fato de a possível candidata à Prefeitura pelo PT e ministra do Turismo, Marta Suplicy, ter subido nas pesquisas eleitorais. Segundo pesquisa Ibope divulgada ontem, Marta tem 31% da preferência dos votos, seguida por Alckmin com 23% e o prefeito Gilberto Kassab (DEM), com 14%. Alckmin lembrou que a eleição será disputada em dois turnos e que é certo que o PT estará no segundo turno, por se tratar de uma ex-prefeita de São Paulo.  Veja também:  Marta lidera com 31% da intenção de votos em SP, diz Ibope Serra e Kassab fazem ato por aliança PSDB-DEM em inauguração "O PT tem uma preferência entre 25 e 30% e ela (Marta), óbvio, é a candidata já definida. E como já foi prefeita tem uma presença maior, é mais lembrada", afirmou Alckmin.Ele reconheceu que a indefinição do PSDB em lançar o seu nome ou apoio ao prefeito de São Paulo, Gilberto Kassab, fortalece a candidatura de Marta, mas não a ponto de impedir a eleição de um candidato tucano. "É óbvio que a indefinição não ajuda, mas também não causa maiores problemas", afirmou. Ele disse que como a convenção só ocorrerá em julho, ainda há tempo para os tucanos opinarem sobre o nome que vão apoiar. "Qualquer que seja a decisão estaremos todos unidos e este também será um teste importante de unidade e solidariedade dentro do PSDB", afirmou. "E eu só serei candidato, como homem de partido, se o PSDB quiser", acrescentou. Alckmin evitou acirrar a disputa com o candidato do DEM, Gilberto Kassab, lembrando que os dois partidos são aliados. "Se não for no primeiro, será no segundo turno." Alckmin está em Brasília, onde participou ontem de uma palestra sobre saúde. Hoje ele almoçará com a bancada de senadores do PSDB, no gabinete do senador Tasso Jereissati. Ainda hoje, disse que vai tomar café com deputados da bancada.

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