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Alckmin deve anunciar secretariado a partir da próxima semana

Governador eleito salientou que nomes de auxiliares serão divulgados aos poucos

Gustavo Uribe, da Agência Estado,

08 de novembro de 2010 | 15h15

SÃO PAULO - O governador eleito de São Paulo, Geraldo Alckmin (PSDB), divulgará a partir da próxima semana os nomes de seu futuro secretariado. Após reunião do governo de transição, na capital paulista, Alckmin salientou nesta segunda-feira, 8, que os anúncios serão feitos aos poucos. Ele reafirmou que alguns secretários da atual gestão podem permanecer, mas não citou nomes. O tucano foi evasivo ao responder sobre se o ex-governador José Serra (PSDB) teria lugar na equipe. "Pergunte isso a ele", respondeu.

 

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O governador eleito de São Paulo defendeu a criação de uma secretaria no novo mandato que foque as questões metropolitanas. O objetivo da pasta, de acordo com Alckmin, não seriam apenas as questões econômicas e de produção de riquezas, mas também ações voltadas para combater as vulnerabilidades sociais. "A questão metropolitana é uma das nossas prioridades", disse.

Na primeira reunião oficial do gabinete de transição, que durou aproximadamente três horas, o governador eleito encontrou-se com nove integrantes da equipe, entre eles o vice-governador eleito Guilherme Afif Domingos (DEM) e os atuais secretários da Fazenda, Mauro Ricardo, e de Economia e Planejamento do Estado, Francisco Vidal Luna.

A avaliação que Alckmin fez do encontro foi positiva. De acordo com ele, a reunião tratou, principalmente, de questões orçamentárias, além de ter discutido operações de crédito para a nova gestão. "Conversamos sobre questões orçamentárias do Estado porque temos um bom orçamento para o ano que vem", afirmou ele, observando que a previsão orçamentária para 2011 é de R$ 140,6 bilhões.

Segundo Alckmin, dessa quantia, R$ 29 bilhões serão transferidos para as prefeituras. Quanto às operações de crédito, Alckmin detalhou que o governo de São Paulo já assinou em torno de R$ 10 bilhões e acrescentou que ainda existe a possibilidade da assinatura de empréstimos no valor R$ 4,7 bilhões.

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