Alckmin desvincula onda de ataques à gestão tucana

Em um domingo violento na capital paulista, segurança pública foi o assunto principal do candidato tucano ao governo de São Paulo, Geraldo Alckmin. Em campanha no Parque do Carmo, zona leste, onde carros foram incendiados na madrugada de ontem, Alckmin tentou minimizar possíveis efeitos negativos dos ataques sobre a gestão tucana no Estado.

AE, Agência Estado

02 de agosto de 2010 | 11h32

Também ontem, houve atentados contra o prédio da Rondas Ostensivas Tobias de Aguiar (Rota) e o tenente-coronel Paulo Adriano Telhada. Ele não se feriu. "Temos hoje uma taxa de homicídios inferior à média mundial", disse Alckmin, repetindo dados da Secretaria de Segurança Pública (SSP), que mostram queda no índice de homicídios no Estado.

Embora venha fazendo críticas à administração tucana, o candidato petista ao governo de São Paulo, Aloizio Mercadante, não comentou sobre os atentados. Ele esteve em Osasco, na Grande São Paulo, para um encontro sobre políticas para as mulheres. De olho no voto feminino, Mercadante defendeu o aumento do número de delegacias especializadas e prometeu, se eleito, rigor na aplicação da lei Maria da Penha. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

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