Alckmin descarta, por ora, repasse extra ao TJ-SP

O governador de São Paulo, Geraldo Alckmin (PSDB), se esquivou ontem de comentar as declarações do presidente do Tribunal de Justiça paulista, desembargador Ivan Sartori, de que iria procurar o tucano para pedir repasses extras para cobrir o passivo que a corte tem com magistrados e outros servidores.

FERNANDO GALLO, Agência Estado

18 de janeiro de 2012 | 11h04

Questionado sobre a possibilidade de repasses extras este ano, o tucano afirmou apenas que, ao menos por ora, isso não ocorrerá. "Suplementação no dia 17 de janeiro é meio difícil."

Sartori afirmou anteontem que o montante chega a R$ 3 bilhões. "Vou tentar buscar com o governador. Uma hora vamos ter que conversar. Quero buscar pelo menos uma parte para os juízes, mais para os funcionários em situação de penúria", disse.

Sobre as queixas do desembargador, o governador lembrou que o orçamento do TJ previsto para este ano é 18% maior do que o previsto para 2011, e afirmou apenas que manterá conversas com a corte.

"Tivemos na proposta orçamentária do ano passado R$ 5,6 bilhões. Este ano, R$ 6,8 bilhões. Um importante crescimento", disse. "O governo do Estado terá permanente diálogo com o Poder Judiciário. Nós temos o mesmo objetivo, que é o bem comum." As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

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