Felipe Rau/Estadão
Felipe Rau/Estadão

Alckmin descarta exonerar secretários para votarem contra denúncia da PGR

Governador afirmou que 'assunto é da Câmara' e que 'não há razão' para exoneração

Pedro Venceslau, O Estado de S.Paulo

24 de outubro de 2017 | 16h42

SÃO PAULO - O governador de São Paulo, Geraldo Alckmin (PSDB), disse nesta terça-feira, 24, que não vai exonerar seus secretários com mandato parlamentar para que participem da votação no plenário da Câmara dos Deputados da admissibilidade da segunda da denúncia da Procuradoria-Geral da República (PGR) contra o presidente Michel Temer.

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"Não vou interferir no PSDB. Esse é um assunto da Câmara. Não há razão para exonerar secretário", disse o tucano aos jornalistas após participar de um evento em um hotel na capital. Dois deputados federais tucanos estão hoje no secretariado de Alckmin: Samuel Moreira, da Casa Civil, e Floriano Pesaro, do Desenvolvimento Social.

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Aliados de Temer esperavam que Alckmin ajudasse a convencer os deputados paulistas do PSDB a votarem contra a denúncia, mas ele optou por ficar afastado do processo. Na entrevista de hoje, porém, Alckmin disse esperar que Temer continue no cargo. 

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