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Alckmin defende mais verba para o Rodoanel

O governador Geraldo Alckmin (PSDB-SP) defendeu o aditamento de 70% ao contrato inicial para a construção do trecho oeste do Rodoanel. "Quando foi orçado pela Dersa, em 1998, o custo era de R$ 600 milhões. Mesmo com todos os aditivos, plenamente justificados, a obra vai custar R$ 575 milhões, portanto, abaixo do preço previsto", afirmou Alckmin. Em 98 a obra foi contratada, após processo de licitação, por R$ 338,9 milhões. O aditamento de 69,92% para a construção do trecho oeste vai representar R$ 236,9 milhões a mais.Segundo Alckmin, aconteceram fatos que não estavam previstos. "Os preços unitários não variaram um milímetro, são os mesmos. Nenhum preço foi alterado. São fatos que não estavam previstos no projeto", justificou Alckmin. Segundo o governador, a obra do Rodoanel foi licitada com base no projeto básico e não no projeto executivo, o que deixou de fora do planejamento os problemas nos túneis e a questão da remoção do entulho e terra. O governador disse, ainda, que não teme um questionamento futuro por conta do aditamento para o Rodoanel. Nem a possível abertura de uma CPI na Assembléia Legislativa paulista para apurar o aporte de recursos. Na avaliação do governador, o prejuízo de deixar a obra parada seria maior do que aumentar o preço para sua construção. Alckmin afirmou também que, comparada a outras obras realizadas pelo governo paulista, o trecho oeste do Rodoanel é uma das mais baratas, por quilômetros e por viadutos. "O preço por quilômetro é de R$ 11 milhões, na rodovia dos Bandeirantes é de R$ 17 milhões, a Ayrton Senna é de mais de R$ 20 milhões e a Carvalho Pinto, mais de R$ 25 milhões. O Rodoanel é uma das obras mais baratas do Estado", afirmou Alckmin. Segundo ele, até o final do ano serão entregues a ligação das rodovias Régis Bittencourt com a Raposo Tavares e ligação das rodovias Anhanguera-Bandeirantes-Estrada Velha de Campinas.

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