Alckmin defende funcionamento 24h do Porto de Santos

O governador de São Paulo, Geraldo Alckmin (PSDB), criticou nesta quinta-feira a gestão do Porto de Santos, que é administrado pela Companhia Docas do Estado de São Paulo (Codesp), órgão vinculado à Secretaria de Portos da Presidência da República. "Não é possível um porto do tamanho do de Santos não funcionar 24 horas", afirmou, citando também outros órgãos federais anexos ao cais que não operam ininterruptamente, como Receita, Polícia Federal (PF) e Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).

CIRCE BONATELLI, Agência Estado

04 Abril 2013 | 14h21

Alckmin defendeu também a criação de uma central de agendamento para evitar que os veículos de carga fiquem parados no porto. "Não é possível ter dezenas de navios de um lado parados e centenas de caminhões do outro, também parados", apontou. "A Codesp tem recursos, e há necessidade de implantar essas medidas", afirmou.

Ele lembrou que o governo de São Paulo está investindo R$ 350 milhões no trevo das Rodovias Anchieta e Cônego Domênico Rangoni, além da ampliação da Cônego, vias que dão acesso ao litoral. "Isso já é obra em execução", disse, acrescentando que o governo irá liberar mais recursos para a construção de uma segunda via de acesso à margem esquerda do Porto de Santos, onde acontecem congestionamentos frequentes na chamada Rua do Adubo. Alckmin falou durante o 57.º Congresso Estadual de Municípios, que reúne prefeitos de cidades paulistas em Santos.

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