Alckmin atribui crise de campanha ao "estresse eleitoral"

O pré-candidato à Presidência da República pelo PSDB, Geraldo Alckmin, atribuiu a crise na sua campanha eleitoral, motivada pelas críticas entre PFL e PSDB, ao estresse. "Isso é estresse de campanha, é passageiro, não há razão para ficar maximizando isso", afirmou. "Nossa pré-campanha é como Mandacaru: ela cresce na adversidade. Já estou acostumado e isso faz parte", disse Alckmin, que está hoje em Brasília. Para ele a aliança PSDB-PFL vai bem. E uma prova disso é o acordo fechado hoje com o ex-senador Albano Franco, que decidiu desistir de se candidatar ao Senado para atender ao PFL. O governador de Sergipe, João Alves, do PFL, exigiu a vaga ao Senado para a mulher dele, Maria do Carmo, candidata a reeleição. Atendendo ao apelo do PSDB Albano Franco desistiu de concorrer, e segundo Alckmin ele deve se candidatar à Câmara Federal. Geraldo Alckmin disse que gostou do resultado das pesquisas da CNT-Sensus e do Datafolha, apesar de terem apontado o presidente Luiz Inácio Lula da Silva como vencedor já no primeiro turno. Alckmin disse que gostou porque cresceu dois pontos, mesmo sem poder fazer campanha. "Estou extremamente otimista", afirmou. Alckmin vai se encontrar hoje à tarde com o presidente francês, Jacques Chirac, que está em viagem oficial ao Brasil.

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