Ainda no Incor, ACM acompanha notícias de Brasília

Embora esteja melhor, assessoria do senador diz que ainda não há previsão de alta

Agencia Estado

03 de julho de 2007 | 14h46

O senador Antonio Carlos Magalhães (DEM-BA), 79, continua internado no Instituto do Coração (Incor), em São Paulo. Antenado na política, sua assessoria informou que ele se mantém atualizado sobre as crises envolvendo o senador Renan Calheiros (PMDB) por meio da leitura diária de jornais.ACM está internado desde o último dia 13 de junho devido a uma disfunção renal e insuficiência cardíaca. Segundo a sua assessoria, embora o senador esteja melhor, ainda não há previsão de alta.Neste final de semana, ACM recebeu a visita de familiares no hospital. O senador está internado em um quarto adaptado que permite o monitoramento das funções cardíacas e o recebimento de medicamentos venosos. Os boletins médicos sobre a saúde do senador estão suspensos e não podem mais ser divulgados pelo hospital. A assessora informou que informações sobre a saúde do senador serão passadas diretamente pelo seu neto, ACM Neto.Visita de políticos Durante a sua internação, ACM tem recebido visitas de políticos. O senador recebeu o governador de São Paulo, José Serra (PSDB). Depois de uma visita de cerca de uma hora, Serra afirmou: "Eu conversei bastante e ele até me disse que na noite passada sonhou comigo e com o Fernando Henrique (ex-presidente FHC) a noite inteira". Questionado sobre o teor do sonho, o governador paulista emendou: "Foi bom, o sonho foi bom".o senador recebeu visita de outros políticos. O ex-governador Luiz Antônio Fleury Filho e o senador Albérico Mascarenhas, ex-secretário da Fazenda do governo de Paulo Souto, na Bahia, estiveram no Incor. Essa é a quarta vez que ACM é internado este ano. A mais recente foi em final de maio quando o senador passou mal no Senado, perdeu o controle das pernas e caiu em frente a seu gabinete. Em 18 de abril, o senador foi mais uma vez ao Incor para realização de exames, apresentando insuficiência cardíaca congestiva descompensada, em decorrência de um infarto de extensa proporção, ocorrido em 1989. Em março passou oito dias no Incor, quatro deles na UTI, para tratamento de pneumonia e disfunção renal.

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