AGENDA POLÍTICA-Congresso deve retomar ritmo de votações

O Congresso deve retomar o ritmo apóso término das festas juninas e das convenções municipais paraescolha de candidatos, que se encerram na segunda-feira. O recesso parlamentar, marcado para ter início em 18 dejulho, depende da aprovação da Lei de Diretrizes Orçamentárias(LDO) e está previsto um esforço para votação do projeto naComissão de Orçamento e depois no plenário conjunto da Câmara edo Senado. O presidente Lula viaja à Argentina na segunda-feira paraparticipar de reunião do Mercosul, quando o Brasil deve assumira presidência rotativa do bloco. Antes, no domingo, ele vai aSão Paulo para visitar uma montadora de automóveis. No mesmodia, está marcada a convenção do Partido dos Trabalhadores quevai formalizar a candidatura de Marta Suplicy à prefeitura dacidade, mas a presença do presidente não está confirmada. A seguir os principais eventos políticos da semana. DOMINGO -- O presidente Lula participa do lançamento do novo modeloGol na fábrica da Volkswagen, em São Bernardo do Campo (SP). SEGUNDA-FEIRA -- O presidente Lula vai a Itajubá para as comemorações dos30 anos da fábrica de helicópteros Helibrás, onde faz olançamento do pólo aeronáutico de helicópteros de grande porte. -- À noite, Lula participa de jantar que antecede a 35aCúpula de Chefes de Estado do Mercosul e Estados Associados emSan Miguel de Tucumán, na Argentina. O encontro acontece naterça-feira, quando o Brasil deve assumir a presidênciarotativa do bloco. TERÇA-FEIRA -- Remarcado, o parecer sobre a reforma tributária deve serapresentado pelo deputado Sandro Mabel (PR-GO). -- Reunião de líderes na Câmara para definir a pauta. Opresidente, deputado Arlindo Chinaglia (PT-SP), pretende votarprojeto que cria cerca de 8 mil vagas de professores etécnicos-administrativos para as universidades federais, assimque a pauta do plenário for liberada. Até o recessoparlamentar, sete medidas provisórias e um projeto com urgênciaconstitucional têm prioridade. -- Um destaque da votação da Contribuição Social para aSaúde (CSS) ainda está pendente, mas o governo só deve tentar avotação quando tiver segurança de que conseguirá derrubar aproposta, que retira a fonte da contribuição, que são astransações financeiras.(Reportagem de Carmen Munari)

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