Agenda do Governo prioriza metas fiscais

O documento Agenda do Governo biênio 2001 e 2002, divulgado há pouco pelo Palácio do Planalto aos partidos políticos para definição do apoio da base aliada ao governo, ratifica a importância da política fiscal adotada nos últimos anos. "A experiência do Brasil e outros países mostra que, em certas circunstâncias, como é o nosso caso atualmente, uma política fiscal austera proporciona mais crescimento do produto, da renda e do emprego do que uma política fiscal pretensamente expansionista", afirma o documento.Neste contexto, o governo considera "fundamental" a continuidade dessa política no biênio 2001/2002 com a geração de superavits primários de 3% e 2,7% do PIB, respectivamente. A garantia desses superavits, na avaliação do presidente Fernando Henrique Cardoso, garante a continuidade da queda das taxas de juros reais e da inflação.

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