Afinal, libertado o índio que se recusou a cortar o cabelo

Uma corte federal de apelação ordenou, afinal, que Billy Soza Warsoldier fosse colocado em liberdade hoje. Billy já havia cumprido sua pena, mas continuava na prisão porque se recusou a cortar o cabelo.Billy Soza Warsoldier é membro da tribo americana Cahilla, cuja fé o proibe de cortar os cabelos, a menos que morra alguém de sua família, segundo explicou Ben Wizner, da União Americana de Liberdades Civis, acionou o Departamento Correcional em defesa do preso.?Estamos muito gratos pela decisão da corte?, disse Wizner. ?Retardar a soltura de mr. Warsoldier por mais um dia que fosse, como punição por sua adesão à sua fé, seria uma grande violação de seus direitos.?Billy, de 55 anos, desafiou a polícia da Prisão de Adelanto ao recusar-se a cumprir uma norma interna que restringe o comprimento do cabelo dos presos do sexo masculino a 7,6 cm. Desde 1971, ele cortou seu cabelo apenas uma vez ? quando seu pai morreu em 1980.Billy deveria ser libertado dia 21 de maio, mas recebeu tempo adicional, depois de um tribunal de pequenas instâncias decretar que ele estava violando as regras. Ele estava preso a 19 meses, em conseqüência de uma sentença por dirigir embriagado.

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