Aécio reforça propaganda eleitoral de Serra

Tucanos buscam melhorar conteúdo no horário eleitoral, enquanto Dilma repete as mensagens

Daiene Cardoso, da Agência Estado

26 de agosto de 2010 | 14h00

SÃO PAULO - O programa eleitoral do candidato do PSDB à Presidência da República José Serra contou na tarde desta quinta-feira, 26, com o apelo de um tucano de peso: o ex-governador de Minas Gerais Aécio Neves. No vídeo gravado na quarta-feira, 25, Aécio diz que o Brasil precisa de um presidente que conhece "de verdade" os problemas do País. "Serra é o melhor nome para ser o nosso presidente", disse no final da inserção.

 

 

Durante seu espaço na TV, Serra voltou a listar suas realizações como ministro, governador e prefeito. Na tentativa de aproximar o candidato do eleitorado da petista Dilma Rousseff, o marqueteiro Luiz Gonzalez tentou mostrar que o tucano trabalha pelos mais pobres, como no caso da criação dos medicamentos genéricos. "Foi pela saúde do pobre que ele fez", enfatizou o locutor, ao mostrar Serra "no meio do povão".

 

 

Já a adversária do PT repetiu o programa anterior, em que ela e o presidente Luiz Inácio Lula da Silva fazem um "dueto" em defesa da Educação e dos programas desenvolvidos pelo governo. "Educação é a chave para que o Brasil se torne de fato desenvolvido", reforçou Dilma. O programa procurou mostrar as realizações do governo federal no setor e que é preciso dar continuidade aos projetos. "Esse trabalho não pode parar", pediu a candidata.

 

 

Marina Silva, do PV, também optou por repetir o programa anterior, que mostrou a candidata conversando com jovens de uma "favela real" sobre Educação. A inserção contou com a participação do cantor e compositor Caetano Veloso pedindo votos para a candidata. "Juntos vamos levar a Marina Silva para o segundo turno", afirmou Caetano ao encerrar a propaganda do PV.

 

 

José Maria Eymael (PSDC)defendeu a criação de um "Ministério da Família" e Rui Costa Pimenta (PCO) criticou a possibilidade de privatização dos Correios. Já o PSTU de Zé Maria citou os casos Eliza Samudio e Mércia Nakashima como exemplos da "ineficácia" da Lei Maria da Penha. Plínio de Arruda Sampaio destacou o trabalho dos líderes do PSOL e Levy Fidelix (PRTB) defendeu a redução de tributos.

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