Aécio quer campanha 'sem radicalismos' de PT e PSDB

Para ele, tucanos precisam admitir pontos positivos no governo Luiz Inácio Lula da Silva, como o Bolsa-Família

ALEXANDRE RODRIGUES, Agencia Estado

15 de maio de 2009 | 16h04

O governador de Minas Gerais, Aécio Neves, defendeu nesta sexta-feira, 15, que seu partido, o PSDB, e o PT façam uma campanha "sem radicalismos" em 2010. Para Aécio, que disputa com o governador de São Paulo, José Serra, a candidatura do PSDB à Presidência da República, os tucanos precisam admitir pontos positivos no governo Luiz Inácio Lula da Silva, como o Bolsa-Família. "Não podemos negar a realidade", disse Aécio, após ser homenageado com um almoço na Associação Comercial do Rio de Janeiro.

No entanto, o governador afirmou que é preciso apontar as falhas na administração petista, como a concentração tributária, o aumento do gasto em custeio e a falta de vontade política para liderar reformas. Ex-tucanos, mas atuais aliados do presidente Lula, o governador do Rio, Sérgio Cabral (PMDB), e o prefeito da capital, Eduardo Paes (PMDB), participaram do almoço e fizeram elogios ao estilo administrativo do governador mineiro.

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