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Aécio Neves pede governo para os trabalhadores

Para uma plateia de trabalhadores, o senador tucano Aécio Neves (MG) fez discurso pedindo um governo que não converse só com o empresariado. "É preciso que tenhamos um governo que não tenha apenas pauta permanente com o empresariado, mas também com os trabalhadores", disse o tucano, com um tom crítico em relação ao governo petista da presidente Dilma Rousseff.

BEATRIZ BULLA, Agência Estado

01 de maio de 2013 | 15h37

Em cima do palco na festa de comemoração de 1º de Maio, na praça Campo de Bagatelle, zona norte da cidade, Aécio afirmou que o País "não pode se contentar com pouco". "O Brasil vem avançando e vem crescendo não por obra de um governo ou partido político, mas por seus trabalhadores", disse o senador, ao começar o discurso.

Durante todo o início do ato político, quando os principais representantes das centrais sindicais saudavam o público, Aécio ficou em primeiro plano, no centro do palco. Os petistas Fernando Haddad, prefeito da capital, e Gilberto Carvalho, secretário-geral da Presidência da República, ficaram atrás da primeira linha de oradores e não apareciam para o público.

O senador afirmou que todas as conquistas dos últimos anos só foram possíveis porque "tempo atrás um grupo de homens públicos debelou a inflação", referindo-se ao lançamento do Plano Real, criado no governo Itamar Franco, em 1994, e que abriu caminho para a primeira eleição do tucano Fernando Henrique Cardoso. O tema da inflação foi levado à plateia não só por Aécio, mas pelos dirigentes de centrais sindicais.

Cotado para ser o candidato do PSDB para enfrentar Dilma em 2014 nas eleições presidenciais, Aécio vem criticando a política econômica petista e costuma ressaltar que os méritos do governo do PT são heranças da gestão do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso.

O senador mineiro defendeu a liberdade e a democracia e disse que estará vigilante sempre que quiserem "atacá-las". Nesse momento, mencionou a tentativa de cercear o poder do Supremo Tribunal Federal (STF) pelo Congresso, o poder de investigação do Ministério Público e a criação de partidos.

"Vamos, sem radicalismo, sem dividir um país em dois, construir um País mais justo", afirmou.

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