Dida Sampaio/Estadão
Dida Sampaio/Estadão

Aécio diz que PSDB não tem do que se envergonhar em MG

Senador e presidente da sigla falou durante a posse do novo diretório estadual e rebateu as críticas da atual gestão de que assumiu o Estado em grave crise financeira

Leonardo Augusto, especial para O Estado, O Estado de S. Paulo

13 de junho de 2015 | 14h40

Belo Horizonte - O senador Aécio Neves (PSDB) afirmou neste sábado, 13, que o PSDB não tem do que se envergonhar em relação ao período em que governou Minas Gerais. Ao todo, com próprio Aécio, o também senador Antonio Augusto Anastasia e Alberto Pinto Coelho (PP), que encerrou o mandato em 2014, o grupo político do PSDB comandou o estado por 12 anos. Nas eleições do ano passado, Fernando Pimentel (PT) bateu Pimenta da Veiga ( PSDB) na disputa pelo governo estadual.

Desde que assumiu, o petista vem deixando claro ter assumido um estado em grave crise financeira. "É a grandiosidade de nossa obra que assusta quem chegou agora" disse o tucano, durante discurso aos correligionários.

"Se posso dizer alguma coisa a quem está hoje no Palácio da Liberdade é 'faça uma Minas melhor que a deixamos'". Conforme o senador, a convenção realizada hoje é o " marco zero" para que o PSDB retome os governos no estado e no Brasil. "Se não venci as eleições, hoje o meu ânimo é ainda maior", afirmou o senador, derrotado por Dilma Rousseff na disputa presidencial há menos de oito meses. O parlamentar, e o governador de São Paulo Geraldo Alckimin, já disputam espaço dentro do partido com vistas às eleições para o Palácio do Planalto em 2018.

PT. O tucano também voltou a criticar o PT e disse que a sigla tenta fazer lavagem cerebral no povo brasileiro para fazer com que esqueçam "o mal que fizeram ao País". O parlamentar discursou durante a posse do novo diretório estadual do partido em Minas Gerais, deputado federal Domingos Sávio, depois de convenção da sigla realizada neste sábado na Assembleia Legislativa.

Segundo Aécio, o Brasil passa por crise moral e que isso seria obra exclusiva dos governos petistas de Dilma Rousseff e Luiz Inácio Lula da Silva. "Esquecem que muitos do partido (o PT) foram presos porque não souberam diferenciar o público do privado", afirmou.

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